Uma lágrima solitária cai do olho de um estranho.
Ela me pertence.
Ela é minha.
Minha lágrima revoltada.
Sabe que não teria liberdade em meus olhos.
Sabe que prometi não mais chorar por cebolas mortas.
E muito menos por ilusões promíscuas.
Vai, minha filha!
E molhe o rosto de outro iludido.
O meu já esta molhado com a água da pia...
(07-04-12)
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